quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

É desse jeito...

Estou desta maneira. A paciência é dádiva de Deus. Mas hoje, sinceramente, não desejo tê-la comigo sempre.
Fala por mim aí, Martha... porque é exatamente desse jeito!
 


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Palavras de Renato...



"... quando o que eu mais queria era provar pra todo mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém...". Acho que era tudo o que eu realmente queria há uns dias atrás. Agora caí na real de que não preciso provar que precisava provar alguma coisa para alguém! Que enrolada, rs!  Em resumo: não preciso provar nada mesmo...
Provar o quê? Pra quem? E pra quê? A minha vida é, em tudo, verdadeira o suficiente para ainda ter que provar alguma coisa! Se devo algum tipo de prova, é para mim mesma. Provar que consigo me direcionar e ser feliz, independente de qualquer coisa e de qualquer jeito!
Ora, ora!
 [Renato Russo]

domingo, 16 de dezembro de 2012

Respeito é bom...

Talvez [digo, tenho certeza, rs] a maior regra  para uma boa convivência seja o respeito ao próximo. Às vezes, é tão difícil manter qualquer tipo de relação com pessoas diferentes da gente. E diferente no aspecto mais amplo da palavra. Diferentes na forma de pensar, de agir, de falar, de calar... 
Ninguém precisa aceitar o jeito de ser do outro. Talvez não seja preciso nem mesmo compreender as suas razões. Mas, inevitavelmente, é necessário respeitar. Acatar a maneira com que quem está perto de você escolheu ser. Gostar ou 'desgostar' não irá modificar nada, simplesmente. Tenho até o direito de me transformar, mas nunca de querer mudar o outro.
Nada mais justo então que respeitar. Respeitar do fundo do coração e não da boca para fora, valorizar um pensamento distinto do nosso, apreciar uma atitude pouco frequente. 
Respeitar é reconhecer que, no fundo, apesar das grandes diferenças, todos somos genuinamente iguais. Cada um com sua característica marcante, que pode representar nada para um, mas tudo para outro. Se assim não fosse, a convivência aqui neste plano estaria fadada à chatice e irrelevância...